quarta-feira, 30 de setembro de 2009


Uma felicidade que o dinheiro não compra

O dinheiro pode comprar uma cama, mas não o sono, um martelo, mas não um carpinteiro, "coisas", mas não amigos, um brinquedo, mas não a felicidade da criança, uma caneta e papel, mas não um autor, um lápis, mas não uma idéia, compra uma casa, mas não um lar, um acordo, mas não a paz, compra uma cadeira, mas não o descanso, um computador, mas não sabedoria... Compra até a morte, mas nunca a vida.
Muitas vezes passamos os dias de mau-humor simplesmente porque não temos dinheiro para comprar uma roupa da moda, ou o carro que nosso vizinho já comprou e muitas outras coisas que julgamos serem imprescindíveis para que alcancemos a tão sonhada felicidade.
Muitas vezes, por causa do dinheiro brigamos com as pessoas que mais amamos, fechamo-nos para outras que poderiam se tornar grandes amigas, e até a família é deixada de lado para que a ambição de possuir mais e mais tenha espaço livre em nossas vidas.
Mas, será que essa busca é realmente importante para a vitória que almejamos? O dinheiro suprirá a ausência dos bens que perdemos durante a caminhada em busca da riqueza?
Não podemos esquecer que uma noite bem dormida, o bate-papo com os amigos, o sorriso alegre de uma criança após um abraço, o amor e a vida, não podem ser adquiridos pelo dinheiro que tanto desejamos.
São coisas que não tem um valor imenso, mas não tem preço...
O que é amor

Numa sala de aula havia várias crianças. Quando uma delas perguntou à professora:
- Professora, o que é o amor? A professora sentiu que a criança merecia uma resposta à altura da pergunta inteligente que fizera. Como já estava na hora do recreio, pediu para que cada aluno desse uma volta pelo pátio da escola e que trouxesse o que mais despertasse nele o sentimento de amor. As crianças saíram apressadas e, ao voltarem, a professora disse:
- Quero que cada um mostre o que trouxe consigo.
A primeira criança disse:
- Eu trouxe esta flor, não é linda?
A segunda criança falou:
- Eu trouxe esta borboleta. Veja o colorido de suas asas, vou colocá-la em minha coleção.
A terceira criança completou:
- Eu trouxe este filhote de passarinho. Ele havia caído do ninho junto com outro irmão. Não é uma gracinha?
E assim as crianças foram se colocando. Terminada a exposição a professora notou que havia uma criança que tinha ficado quieta o tempo todo. Ela estava vermelha de vergonha, pois nada havia trazido. A professora se dirigiu a ela e perguntou:
- Meu bem, porque você nada trouxe?
E a criança, timidamente, respondeu:
- Desculpe, professora. Vi a flor e senti o seu perfume, pensei em arrancá-la, mas preferi deixá-la para que seu perfume exalasse por mais tempo. Vi também a borboleta, leve, colorida! Ela parecia tão feliz que não tive coragem de aprisioná-la. Vi também o passarinho caído entre as folhas, mas ao subir na árvore notei o olhar triste de sua mãe e preferi devolvê-lo ao ninho. Portanto, professora, trago comigo o perfume da flor, a sensação de liberdade da borboleta e a gratidão que senti nos olhos da mãe do passarinho. Como posso mostrar o que trouxe?
A professora agradeceu a criança e lhe deu nota máxima, pois ela fora a única que percebera que só podemos trazer o amor no coração.


sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Torcendo por você


Torcendo por você

Mesmo antes de nascer, já tinha alguém torcendo por você. Tinha gente que torcia para você ser menino. Outros torciam para você ser menina. Torciam para você puxar a beleza da mãe, o bom humor do pai. Estavam torcendo para você nascer perfeito... Daí continuaram torcendo.
Torceram pelo seu primeiro sorriso, pela primeira palavra , pelo primeiro passo. O seu primeiro dia de escola foi a maior torcida.
E de tanto torcerem por você, você aprendeu a torcer.
Começou a torcer para ganhar muitos presentes e flagrar Papai Noel... Começou a torcer até para um time... Provavelmente, nesse dia, você descobriu que tem gente que torce diferente de você.
Seus pais torciam para você comer de boca fechada, tomar banho, escovar os dentes, estudar inglês e piano.
Eles só estavam torcendo para você ser uma pessoa bacana.
E quando os hormônios começaram a torcer, torceu pelo primeiro beijo, pelo primeiro amor.
Depois começou a torcer pela sua liberdade. Torcia para viajar com a turma, ficar até tarde na rua. Sua mãe só torcia para você chegar vivo em casa. Foi quando você começou a torcer pelo seu futuro.
E daí pra frente você entendeu que a vida é uma grande torcida. Pode ser que você ainda não tenha conquistado algumas coisas.
Mas se depender da nossa torcida, você vai ser muito feliz!